Final da Copa do Brasil

Eis que após um campeonato brasileiro medíocre em que ninguém queria ganhar – no último jogo bastava ganhar para ser campeão e ninguém ganhou – surgem as finais da Copa do Brasil!

GRÊMIO e Palmeiras se enfrentam neste domingo, num jogo que promete de tudo, desde um futebol miserável até muita emoção por conta da baixíssima qualidade técnica dos “heróis” em campo.

Não se enganem com meu ceticismo, vou torcer muito pelo GRÊMIO, mas porque sou torcedor do GRÊMIO, não porque eu ache em algum momento que existe algo além disso. Só é possível acompanhar o nosso futebol (brasileiro) por puro sentimento e paixão, porque, com o já falei outras vezes, se fosse pelo nível técnico é preferível fazer qualquer outra coisa.

O time do GRÊMIO vem de um ano que contratações infelizes e alguma dose de “não é possível que esses caras treinem se fazem isso em campo” colocaram em cheque boa parte da credibilidade alcançada nos últimos anos de conquistas. Mas, como dizem os sábios e doutos senhores do futebol: se levanta taça, nada mais importa. E eu, de certa forma, concordo, ao menos no que tange o time em si.

No meio de uma pandemia, onde o número de mortos cresce a cada dia, onde as atitudes dos governantes beiram a irracionalidade e a população age usando de todo o seu direito de ser estúpida, inconsequente e deseducada (princípios básicos para ser brasileiro nato) vamos torcer para sermos campeões, mas comemorar… comemorar é bem mais difícil.

Domingo, 21h, GRÊMIO e Palmeiras na Arena, é o primeiro confronto e para almejar algo é importante fazer um resultado positivo.

Era isso, perdoem-me por não estar mais entusiasmado como fui outrora, mas a situação geral do Brasil não permite muito otimismo.


Anderson Kegler

MBG Analisa – Final da Copa do Brasil

Não é novidade para ninguém que o Renato muda pouco ou quase nada a forma de jogar do seu time. O Grêmio vem no famoso e comum 4-2-3-1 há alguns anos com poucas variações para o 4-1-4-1 que pode ser um 4-3-3 quando ataca.

Mas antes de falar do que já sabemos, vou tentar elucidar um pouco sobre o Palmeiras e o que esperar do atual campeão da Libertadores.

O técnico português Abel Ferreira chegou no clube em novembro do ano passado e de lá pra cá já foram 28 jogos com 15 vitórias, 6 empates e 7 derrotas. Um aproveitamento de 60,71%.

O que notamos nessa ainda curta passagem do treinador pelo palmeiras é que ele já testou algumas variações para chegar ao modelo que venceu a Libertadores e jogou o Mundial. Nesse modelo atual, o time fica menos com a bola, é mais intenso na marcação em linhas baixas e explora muito a velocidade pelos lados do campo. A pergunta que fica é se isso se deve ao desgaste físico dos atletas ou se a qualidade do elenco é para este tipo de jogo.

Vamos ilustrar: Na vitória palmeirense contra o River Plate pela semifinal da Libertadores, os 3×0 foi fruto de pouca posse de bola e muita efetividade no contra ataque. Nesse jogo o River teve 70% de posse de bola e trocou 558 passes contra 230 do time palmeirense. Chutes a gol? 11 a 11. Chutes que foram no alvo? 7 a 2 para o Palmeiras.

A gente sabe da discussão sobre posse de bola e efetividade e que não ganha jogo, mas é estatístico que se você ficar mais com a bola, menos corre risco de perder. O técnico Abel Ferreira abriu mão disso para encaixotar o River Plate e vencer aquela partida. Não só isso. Abriu mão para os próximos jogos e quase viu a vantagem no jogo da volta ir para o ralo e ganhou a Libertadores com muito custo contra um Santos bem mais inferior.

Outro jogo que me chamou a atenção para o posicionamento do time palmeirense foi contra o Tigres, pelo Mundial de Clubes. No papel, 4-4-2. Na prática, na maior parte do tempo se defendendo, um 5-4-1 onde Gabriel Menino, pela direita recua para fechar na linha dos defensores.

MBG Analisa - Final da Copa do Brasil
Gabriel Menino, recua pela direita fechando uma linha de 5 defensores.

Nesse jogo contra o Tigres, apesar de mais equilibrado em posse de bola, já que o Tigres também é um time que não fica tanto com a bola, o Palmeiras chutou menos a gol. A derrota por 1 a 0 foi suave mas o Tigres criou mais chances perigosas, 3 contra 1 apenas do palmeiras.

Com a defesa mexicana bem postada sempre, o Palmeiras não teve a chance de esticar as bolas invertidas para a corrida do Rony. O jogador esteve sempre bem marcado e o time pouco conseguiu ser vertical como vinha sendo.

O que nos leva a essa final de Copa do Brasil. Como o Grêmio pode explorar as falhas do Palmeiras e não cair na armadilha verde? Bom. Sabemos que o time do Grêmio gostava de ficar com a bola. Gostava, não gosta mais. Não sei se por opção do Renato ou por falta de qualidade desse elenco, o time já não é mais o possuidor de bola e muitas vezes prefere jogar reagindo ao time adversário.

No jogo do Brasileirão, no confronto entre Renato e Abel, vimos um pouco disso. Um palmeiras abdicando da bola e um Grêmio sem saber o que fazer com ela. Um primeiro tempo desastroso e desinteressado do Grêmio e um segundo com o Palmeiras se retraindo demais e não conseguindo explorar o contra ataque. 

Nesse jogo em específico o Grêmio rodava a bola no ataque, posse constante e linhas altas com o Palmeiras se fechando de todas as formas já dentro da área. Coloquei uma imagem no post que mostra a defesa palmeirense numa linha de 6 jogadores para tentar diminuir o espaço.

MBG Analisa - Final da Copa do Brasil
Palmeiras fechando com linha de 6 defensores contra o Grêmio pelo Brasileirão

O Grêmio teve 66% de posse na segunda etapa, dando 7 chutes no gol. Acabou empatando no final do jogo após a entrada do Maicon, que faz uma tabela pelo lado direito com o Alisson. O ponta cruza e o Diego Souza sobe como legítimo centro-avante para empatar o jogo.

É bem provável que as duas equipes venham com os mesmos times que vinham jogando. Dificilmente um dos treinadores vai inovar nesse momento da temporada que é extenuante. O palmeiras ainda mais desgastado pela viagem ao Qatar certamente vai seguir o modelo de dar a bola ao adversário para explorar a velocidade do Rony.

Sabendo disso, o que o Renato precisa fazer e certamente já deve estar fazendo é treinar movimentações de criação de espaço no ataque. A gente já viu que tabelas com aproximação dos meias pelas pontas é um caminho. Principalmente nas costas do lateral direito Marcos rocha, que é mais vulnerável.

A dúvida que me resta nessa análise pré-final é se veremos Maicon em campo desde o início ou se o Renato vai ser conservador com Matheus, Lucas Silva e Jean Pyerre no meio. Eu confesso que gostaria de ver o Maicon sair jogando e o Grêmio já dominar a posse e as ações desde o princípio. O palmeiras estará de maior sangue-doce nessa final e o Grêmio vem pro ALL-IN. E se é pra ir pra cima, que seja com qualidade.

MBG Drops #72

Feitoria!

Drops da semana chegando com Fane Webber para falar da reta final do Brasileirão.

Tudo se encaminha para a final da Copa do Brasil e o pensamento é em busca do hexa, mas antes disso, Gabriel Pinto e Anderson Kegler também deixam comentários sobre a vitória contra o Athletico PR, o final do Brasileirão e até entrevista do presidente Romildo.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG.

MBG.Doc 01 – Luiz Leão Carvalho

Mais uma novidade no Mesa de Bar do Grêmio: O Podcast MBG.Doc.

Nesse novo programa vamos trazer recortes históricos sobre os personagens, as histórias, contos e curiosidades das lendas tricolores. Nesse primeiro episódio vamos falar de Luiz Leão de Carvalho, o “Rei da Virada”.

Luiz Leão de Carvalho foi um futebolista, treinador e presidente do Grêmio Football Portoalegrense.

MBG.Doc - Luiz Leão Carvalho
Foto: Arquivo Grêmio

Sua história no Grêmio começou nos seus 15 anos. Aluno do Colégio Militar de Porto Alegre, se destacava nos campos em frente a instituição, onde hoje é o Parque Farroupilha, e foi notado pelo General João de Deus Saraiva que o indicou para ao Grêmio, mesmo com um porte físico diferente do habitual para a posição de center-foward, como era chamado o centro avante na época, no ano de 1923.

A virada merece uma explicação por si só, já que Luiz ficou conhecido como “O Rei da Virada” por conta dessa jogada característica. Jogava de costas para a zaga e para o gol adversário. Quando recebia o passe, fazia a virada e chutava a gol.

MBG.Doc - Luiz Leão Carvalho
Foto: Arquivo Grêmio

Para conhecer mais da história desta lenda tricolor, ouça o podcast. Comente e espalhe a palavra do MBG.

MBG Drops #71

Feitoria!!

Fane Webber traz o drops da semana para falar de mais uma derrota do Grêmio no Brasileirão. Dessa vez para o São Paulo.

Gabriel Pinto, Anderson Kegler e a Queki deixam comentários também sobre o desempenho no jogo, a falta de coletividade e a expectativas para o final da temporada.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG.

MBG Live #04 – Botafogo 2 x 5 Grêmio

Saudações tricolores!

Nessa semana Gabriel Pinto, Fane Webber e Anderson Kegler trazem o Podcast MBG Live gravado ao final do jogo contra o Botafogo.

A vitória no Rio de Janeiro e a sequência do Brasileirão é a pauta do programa. Ouçam e espalhem a palavra do MBG.

MBG Analisa – Jean Pyerre

“Meia clássico e pifador, carrega o DNA do Grêmio” foi o título de uma matéria de 2016 no globoesporte.com falando do Jean Pyerre.

Naquele final de ano vencedor, o Grêmio começaria a apostar as fichas no jogador vindo da base que está desde os 9 anos no clube. Com a maturação no grupo de transição e as frequentes subidas ao profissional, Jean Pyerre foi ganhando espaço e o status de “substituto do Luan”. Mas o que o fez despontar como um grande meia alto, habilidoso, de passe eficaz também está o fazendo sucumbir.

Olhando os últimos jogos do tricolor eu tive a sensação de que Jean Pyerre foi recuando, recuando e ficando cada vez mais jogando longe do gol. Afinal, para um meia “pifador” nada pior do que ter que jogar atrás, bem marcado, dando passes curtos laterais ou então longos lançamentos de um lado ao outro

E de fato, ele está mais recuado do que o de custume. Afinal, o Grêmio joga com as linhas mais baixas e fica menos com posse de bola do que anos anteriores. Em 2018, o Grêmio foi líder no quesito com 57% de posse em média. Em 2019, o Grêmio chegou a ter média de 60% de posse de bola. Nesse último Brasileirão a média caiu para 52%. Numericamente, é pouca diferença, mas já faz muita diferença.

Se a gente olhar para os últimos “meias” do Grêmio, Douglas e Luan, temos na memória muito êxito dos dois, mas também muitas críticas. De fato, até parecidas. Erros de passes, muito lento, corre pouco, não marca… Luan chegou a receber pipocas certa vez num treino.

Mas o que fez esses dois jogarem foi a coletividade. Num time coeso, com posse de bola, linhas mais altas e que impunha seu jogo, a individualidade se destacava. Douglas foi um dos craques daquela Copa do Brasil de 2016. Bom, Luan, nem preciso dizer.

E o Jean Pyerre? O que falta para a individualidade se destacar?

MBG Analisa - Jean Pyerre
Foto: Lucas Uebel

22 anos, vai fazer 23 em maio, com 1.87m de altura, chute forte e boa finalização de curta e média distância, Jean Pyerre vai precisar fazer muito mais que os antigos meias fizeram pois o coletivo do Grêmio atual não favorece a individualidade.

O Grêmio tem um centroavante que se movimenta menos e geralmente tem como companheiros na meia jogadores que são menos dinâmicos. Tanto é que na melhor fase do Grêmio nesta temporada, os meias eram Darlan, Matheus e o próprio Jean Pyerre. Com dinamismo e movimentação rápida para controle e troca de passes, ele e os outros desempenharam melhor.

Outro fator fundamental para a desenvoltura do Jean Pyerre seria o posicionamento mais avançado. Sendo um bom finalizador com chutes de média distância, poderia arriscar mais e quem sabe fazer mais gols. Não a toa, o meia Luan é um dos artilheiros da história do tricolor. Jogava por todo o campo mas mais perto do gol tinha a chance de concluir com frequência. Até mesmo o Douglas foi artilheiro de uma temporada no Grêmio como a gente citou no podcast mesa de bar do Grêmio #341.

Para finalizar, sem concluir, eu particularmente gosto das qualidades do futebol do Jean Pyerre. Ele já fez 96 jogos pelo tricolor tendo marcado 16 gols. Nesse Brasileirão de 2020/21 ele tem uma média 2.7 passes chave para gol por partida. Isso mostra que o talento existe mas que talvez num time mais bem ajustado, ele possa desempenhar melhor. Fez gol no último GREnal, inclusive e se o time não tivesse ido mal, talvez ele teria sido eleito craque do jogo.

Sabe quem fazia gol em GREnal? Luan. Seu antecessor.

Quem diz entender o futebol gremista está mentindo

Temos que escrever, comentar e apontar agora simplesmente porque fazer isso na semana da final é coisa de pau no cu: Será que seremos competitivos nessa final da copa do brasil? Será que poderemos surpreender a todos e levantar a taça da copa pela sexta vez na história?

O torcedor que diz entender o futebol praticado pelo Grêmio está mentindo ou nunca entendeu do esporte. É impossível achar um padrão de jogo, ao menos um padrão positivo, para o que está se aplicando em campo de novembro para cá.

Quando o Grêmio achou seu estilo de jogo, ao menos algo próximo disso, nessa temporada era um futebol veloz de contra-ataque e fulminante. Os meses foram passando desde a conquista do Gauchão e parece que nossa curva de desenvolvimento já atingiu o auge e agora volta a descer.

Quem diz entender o futebol gremista está mentindo
Foto: Lucas Uebel

O medo de acordar um dia e ver jogadores sendo ressuscitados para jogar a final é gigante. Robinho jogando de meia no jogo de volta da final! Essa ideia é realmente assustadora, mas como posso esperar algo diferente?

Reza a lenda que o Renato é, além de tudo, um cara que consegue inspirar os jogadores. A grande dúvida que fica na minha mente é quem vai inspirar o cara que deve inspirar nosso time?

A confiança no time está abalada. Não sei como está a confiança do time, se eles confiam neles mesmos. Reza a lenda que o Renato é, além de tudo, um cara que consegue inspirar os jogadores. A grande dúvida que fica na minha mente é quem vai inspirar o cara que deve inspirar nosso time? Renato parece triste, distante…

Avançando no assunto, deixo claro que não sou daqueles chatos que acham que o Grêmio não deveria fazer rodízio de seus jogadores. Eu, na verdade apoio, pois acredito que um grupo forte e testado é melhor que um grupo dependente sempre dos mesmos.

O que me intriga é que gostaria de ver um fio que conecta, uma diretriz, uma ideia central tática que oriental os onze jogadores em campo. Isso não parece que está acontecendo. Será que acabaram as ideias do Grêmio? E se acabou, acabaram assim, sem mais nem menos? Não teremos mais um fator surpresa para apresentar ao adversário? Devo jogar a toalha? Isso eu me recuso, Grêmio.

Para finalizar, são muitos assuntos e quero evitar me estender demais, porque alguns jogadores são punidos com o ostracismo e outros não? O que acontece com Darlan?

E já que esse texto é mais para fazer perguntas do que para respondê-las, agora faço a derradeira: Qual o aprendizado e amadurecimento que levaremos dessa temporada para a próxima? A única certeza que temos é do calendário igualmente agonizante e apertado. 


Fane Webber

MBG Drops #70

Feitoria!

Fane Webber traz o drops dessa semana para falar do Brasileirão.

Anderson Kegler e Gabriel Pinto também deixam comentários pertinentes sobre o tenebroso empate contra o Coritiba e a baixa expectativa do próximo confronto contra o Santos.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG.

Mesa de Bar do Grêmio #341

Fala galera tricolor! Podcast Mesa de Bar do Grêmio #341 saindo do forno para o deleite dos ouvintes.

Luiz de Carvalho, Alcindo e Everton Cebolinha. O que os três tem em comum? Artilheiros dos estádios do Grêmio. E Douglas, Barcos, Luan e Everton, no que se encontram? Artilheiros tricolores da última década.

Rodrigo Azevedo, Anderson Kegler, Gabriel Pinto e Fane Webber (pela metade) trazem na pauta desse programa os artilheiros mais importantes da história gremista. Números, qualidade, relevância e claro, um pouquinho de corneta, para falar desses grandes jogadores que passaram pelo nosso tricolor.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG.

Grenal, uma derrota lamentável

O GRÊMIO perdeu o GREnal de forma lamentável.

O adjetivo serve para que o leitor pense livremente sobre os motivos que deram causa a derrota. Não vou me aprofundar, mas foi lamentável…

A questão agora é outra. Se vencer o Flamengo, o GRÊMIO entrega a taça para o maior rival, se não vencer ameaça sua estada na Libertadores.

Corremos um risco e tanto.

Pensem no cenário: GRÊMIO perde para o Flamengo, se complica e acaba não ficando no G6, Santos campeão da Libertadores e nós não somos campeões da Copa do Brasil e o inter é campeão brasileiro. Não tem nada de tragédia nisso, é um cenário bem possível e provável de ocorrer considerando os últimos acontecimentos.

Claro, sempre pode ser tudo diferente, mas não sei não… ando preocupado com o momento do GRÊMIO, aliás, ando preocupado com o momento desde de que perdemos para o Flamengo em 2019, e não na Libertadores, mas no jogo do brasileirão que eles vieram com meio time reserva e levamos 1×0 em casa.

As contratações do GRÊMIO tem sido lamentáveis, em sua maioria. Vamos torcer para que as da próxima temporada não sejam.


Anderson Kegler

MBG Drops #69

Feitoria!

Cabeça quente, full pistola, corneta 100%. Esse é o drops dessa semana após a derrota no GREnal.

Fane Webber, Gabriel Pinto, Anderson Kegler, Rodrigo Azevedo e Fernando Risch deixam seus comentários completamente transtornados sobre o Brasileirão e o que nos espera neste resto de temporada.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG.

MBG Live #03 – Grêmio 1 x 1 Atlético MG

Saudações tricolores!

Mais um MBG Live gravado após o confronto entre Grêmio x Atlético MG pela rodada 31 do Campeonato Brasileiro. Mais um empate no campeonato e mais corneta para ser tocada.

Gabriel Pinto apresenta o programa com participações de Anderson Kegler e Fane Webber.

Na pauta do programa também as expectativas para o GREnal da próxima rodada e o debate sobre para onde o Grêmio vai nessa reta final do Brasileirão.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG.

MBG Drops #68

Feitoria!!

Drops da semana com Fane Webber trazendo os pitacos do Brasileirão.

Felipe Nabinger, Gabriel Pinto, Anderson Kegler e Rodrigo de Azevedo deixam suas impressões acerca do empate contra o Palmeiras, as expectativas e esperança de vitória nos confrontos contra o Atlético MG e Internacional.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG.

O cansativo e repetitivo problema

Ora, estamos diante das últimas rodadas do brasileirão, quem vê a classificação hoje entende o quão ela dói em nós gremistas.

O Grêmio, como sempre, erra na estratégia do campeonato de pontos corridos. Reservas e/ou displicência em jogos fáceis e titulares em jogos difíceis. Como se vencer o Grenal não nos desse os mesmos 3 pontos do jogo contra o Ceará na segunda rodada. Todo mundo repete esses mantras há anos, mas sempre que chega a hora nada acontece, se repete o mesmo e cansativo erro. Não é essa gestão e esse técnico, é sempre! Talvez com exceção de 2008, quando perdemos por incompetência do time, o GRÊMIO desperdiça chances de ser campeão brasileiro por estratégia equivocada, eu acho.

Sou fã das copas, prefiro-as também. Tem mais gosto vencer no mata-mata que no ponto corrido, para mim ao menos. Mas ver a oportunidade se esvaindo entre os dedos por menosprezar ou não identificar as chances… cansa.

Já escrevi e falei diversas vezes que o nosso problema como futebol é que administramos de forma amadora e queremos resultados profissionais. Ser profissional não é só receber salário para fazer algo.

Não pensem que quero a troca de comando no GRÊMIO, acredito que estejamos com uma das melhores administrações que o clube já teve, mas precisamos de alguns ajustes para chegar ao real potencial.

Por hoje era isso.


Anderson Kegler

MBG Drops #67

Feitoriaaaa!

Ano novo, futebol velho. MBG Drops da semana chegando com Fane Webber num MONÓLOGO de qualidade.

Na pauta os dois jogos iniciais do ano pelo Brasileirão. Vitória contra o Bahia e empate contra o Fortaleza. Comentários de Gabriel Pinto e Anderson Kegler.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG neste 2021.

MBG Live #02

Saudações tricolores!

Live #02 do MBG gravada ao vivo no pós-jogo da semifinal da Copa do Brasil. Empate no Morumbi e o Grêmio garantiu a classificação para mais uma final.

Gabriel Pinto, Fane Webber, Anderson Kegler e Rodrigo de Azevedo fazem a análise do jogo, a boa atuação de Diogo Barbosa, da eficiência da defesa tricolor, da dependência de Alisson e a perspectiva para a grande final da Copa do Brasil contra o Palmeiras.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG no Ano Novo!

MBG Drops #66

Feitoria!!

Fane Webber traz para os ouvintes aquele comentário semanal curto e grosso. Na pauta de hoje o último jogo do ano pelo Campeonato Brasileiro na vitória contra o Atletico GO, a volta de Alisson e as estreias de Ruan e Vanderson no elenco principal.

Nos comentários Anderson Kegler, Felipe Nabinger e Fernando Risch deixam seus pitacos embasados e coerentes.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG.

Mesa de Bar do Grêmio #340

Faaala galera tricolor!

Mesa de Bar do Grêmio DE NATAL. Completo em edição extendida com Rodrigo de Azevedo, Gabriel Pinto e Anderson Kegler.

Pauta do programa:

  • Envelhecimento do elenco? Cascudos vs dinamismo
  • Todo final de temporada: Renato, sai ou fica?
  • Arena do Grêmio: 8 anos de lembranças e memórias boas

Nesse final de ano, o MBG renova as esperanças (e a corneta) junto com o tricolor e deseja a todos os ouvintes um 2021 de saúde e títulos.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG.

O que podemos aprender na eliminação da Libertadores para superar na Copa do Brasil

Não é fácil superar uma eliminação na Libertadores, especialmente contra uma equipe que tem hoje menos condições que o Grêmio.

Mas o fato é que o Grêmio foi ridiculamente superado pelo Santos e se na primeira partida a gente pode aprender algumas lições, a segunda partida deixou mais claro isso. E entender esses dois jogos são fundamentais para conseguirmos avançar a mais uma final de Copa do Brasil. Vou trazer apenas duas que pude observar com clareza:

Primeira lição: Intensidade e linhas altas

O Santos marcou em cima, encaixou os jogadores e avançou as linhas. Não vou detalhar aqui pois o twitter do @Analixta já fez muito bem a análise em outro jogo, que serve da mesma maneira.

O São Paulo, adversário da semi-final, joga muito com linhas avançadas e apesar de não encaixar tanto a marcação por atuar nas zonas, a intensidade de pressão na bola é o ponto forte.

Segunda lição: Jogadores fora de posição

No jogo da volta aconteceu isso com maestria. Jean Pierre recua pra segundo homem do meio após a entrada de Pinares. Depois quem sai é o David Braz e entra o Churin, aí Matheus Henrique recua pra linha de zaga.

Ora, se o nosso melhor Jean Pierre é que atua lá mais perto do gol e Matheus Henrique tem uma chegada forte na entrada da área dando suporte para passe e conclusão, por que recuá-los? Para colocar jogadores de qualidade duvidosa mais na frente?

O adversário da vez

O São Paulo, treinador há mais de 1 ano pelo Fernando Diniz, não me parece o time que irá fazer como o Santos. Mudar o esquema para surpreender não é muito do feitio do técnico tricolor paulista.

Sendo assim, veremos um São Paulo com intensidade e pressão no jogador que tiver a bola. Linhas altas e construção de jogo pelo chão.

Como o Grêmio pode se aproveitar disso?

Jogar EXATAMENTE como o Santos fez contra o Grêmio. Linhas mais altas, encaixar a marcação e ser efetivo no ataque de maneira rápida aproveitando os espaços do adversário. Que vão surgir.

Na defesa, se fechar, como o Santos fez. Intensidade absurda e linhas bem compactas e próximas.

Vamos avançar jogando dessa maneira? Não sei, mas me parece uma estratégia pontual a fim de segurar o líder do campeonato brasileiro e garantir mais uma vez a vaga na final da Copa do Brasil.

Seguimos.


Gabriel Pinto