MBG Drops #55

Feitoria!!

Movidos ao ódio e a raiva, fortalencedo o músculo forte do torcedor, a corneta come solta nesse programa apresentado por Fane Webber, com participações de Gabriel Pinto, Rodrigo de Azevedo e Anderson Kegler.

A pauta é o constrangimento tricolor. Os passos largos ao afundamento. A péssima jornada na Libertadores.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG.

MBG Analisa – O maior nove é 16

Saudações tricolores!

O MBG Analisa de hoje é especial. Na pauta de aniversário do MBG vamos falar do maior camisa nove tricolor, o 16. Números, curiosidades e análise da passagem do Jardel pelo tricolor.

Ouça o programa e acompanhe os vídeos comentados.


Grêmio 4×1 Emelec

Grêmio 5 x 0 Palmeiras

Grêmio 4 x 1 Independiente

Foto: Grêmio x Palmeiras, Libertadores 1995.

Mesa de Bar do Grêmio #335 – Especial 9 Anos

Falaaaa galera tricolor!

Programa especial de comemoração aos 9 anos do MBG. Rodrigo de Azevedo comanda a pauta do especial com as participações de Fane Webber, Gabriel Pinto e Anderson Kegler.

Nesse programa especial vamos falar dos camisas 9 que já passaram pelo tricolor. Os ruins, os perebas, os craques, os medianos, os artilheiros e os que não fizeram gol nenhum. Mas em especial vamos falar de um camisa 9 que nos encheu de orgulho, que nos deu alegria e uma Libertadores. E por incrível que pareça, ele não usava a camisa 9. Era o 16.

Deixamos aqui o agradecimento a todos que de alguma forma colaboraram com o programa nesses 9 anos e principalmente aos padrinhos do MBG que contribuem para o projeto seguir adiante, sempre com novidades.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG.

O nosso maior 9…

Jardel, 91 jogos, 81 gols. Muito mais do que isso, muito mais do que só os gols, era a mística! 

Escanteio era meio gol e cada cruzamento na área adversária causava euforia nas arquibancadas do velho Olímpico. Todos sabiam como seria, todos sabiam o que aconteceria, todos sabiam que era inevitável, todos sabiam que… gol!

Jogadores como Jardel são raros. Um a cada geração. Predestinados! craques!! E craque sem aquela generalização tola dos programas esportivos, em que qualquer um é Pelé!

Mário Jardel é uma lenda na história de um dos melhores times que aconteceram no Brasil. Um time que até na escalação era uma poesia. Bonita e simples, a escalação poderia ter sido escrita por outro Mário, o Quintana: 


Danrlei, Arce…
Carlos Miguel, Paulo Nunes
e JARDEL!

Jardel não era mais do que poderia ser, não tentava ser mais, sabia o que era capaz e por isso foi tão bom. Fazia só o gol! SÓ O GOL! E os fez aos montes, principalmente, em jogos históricos! Até seu gol muito mal anulado contra o Palmeiras em 96 é histórico!

O tamanho de um jogador se vê pelo vácuo que ele deixa ao sair do time. 

Sua partida deixou uma sombra em campo, uma ideia, uma vaga que sempre se busca preencher. Um jogador com o estilo dele pode ser que nem tenha mais espaço no futebol atual, um homem exclusivamente de área. Hoje todos precisam fazer mais, talvez por não serem tão fatais!

Por mais craques que tenha nosso amado GRÊMIO. Por mais que existam goleadores. Por mais títulos que conquistemos ao longo da história. Por mais que vibremos enlouquecidamente em cada gol…
Sempre, invariavelmente sempre, ao olharmos para a grande área do adversário veremos o nosso maior centroavante, o nosso maior 9, o 16!

Obrigado Mário Jardel Almeida Ribeiro! 

Obrigado JARDEL!

Nem Cavani salvaria o Grêmio

O Grêmio vive momentos complicados.

Complicados é um eufemismo, porque tem gente que queira adjetivar de forma mais dura.

O Grêmio, que entrou em campo e perdeu para o Sport em uma partida com Thiago Neves titular. E depois, com detalhes do contrato revelados ao público, o Grêmio teve seu presidente demitindo o atleta. Criando duas preocupantes dúvidas em nós torcedores: Será que o presidente não sabia do contrato que assinou? Será que o Grêmio julga esse sendo o único problema do clube?

Logo após fomos tomados por uma euforia insana de ter o centroavante uruguaio Cavani vestindo a camisa tricolor. Somos torcedores, somos passionais e somos irracionais. Muitos sabem ser praticamente impossível que o milagre ocorra, mas deixam-se iludir pela ideia apenas para ter no coração a esperança de tempos melhores.

A situação gremista é tão particular, a realidade é tão desanimadora, que preferimos acreditar no impossível. Porque só assim para fazer a realidade ser menos dura.

Sem Cavani e nem Thiago Neves, enfrentamos o Atlético Goianiense. 

Sem organização e sem futebol, levamos gol. Com um brilho de genialidade é que fizemos um gol. Isaque não é Cavani, mas é nosso. Matheus Henrique, que está sendo criticado, é nosso. Jean Pyerre, que vem sofrendo com perseguições, também é nosso.

Nosso caminho deveria ser pavimentado pensando no nosso futuro e nosso futuro é a base.

Nem Cavani ajudaria o Grêmio neste momento. Nosso milagre não seria capaz de fazer milagres para arrumar os problemas táticos que o Grêmio vem apresentando. Cavani não traria o futebol bonito e eficiente esquecido pelos jogadores e técnico. A bola não deixaria de ser rifada, as linhas defensivas não ficariam magicamente organizadas… 

Mesmo Cavani precisaria de um time para jogar. E o Grêmio pode parecer tudo, mas neste momento não se comporta como time.


Fane Webber

Vitória maiúscula

Que sensacional. As #guriasgremistas foram a Araraquara e venceram com muito talento as atuais campeãs brasileiras.

Em um jogo bastante equilibrado, apesar do bom volume de jogo da Ferroviária, o Grêmio conseguiu manter um posicionamento muito bom para aproveitar os espaços deixados pelas adversárias. Ainda no primeiro tempo, num passe lindo da Mariza por entre a zaga, Gisseli recebeu em profundidade, driblou a goleira e fez o gol da vitória tricolor.

Apesar de a Ferroviária tentar criar ímpeto no segundo tempo, o Grêmio teve algumas boas oportunidades de contra ataque e ainda se segurou na defesa sem muitos problemas. A goleira Raiza trabalhou pouco mas quando precisou estava lá para segurar.

Belíssima vitória das #guriasgremistas que chegam a 5ª vitória no campeonato e já estão com 15 pontos na 4ª colocação. O líder Santos tem 18 pontos e isso mostra que estamos bem na disputa até pelo título.

Seguimos.


Gabriel Pinto

O futebol existe por causa do gol, só o gol importa

Todas as táticas, os treinos, os estudos, os prognósticos, os investimentos, os marketings, os programas, as colunas em jornais, os blogs e as crônicas vivem exclusivamente para o GOL!

Fácil de entender, fácil de aplicar e fácil de fazer. “Esse até minha vó faria”´, é o que se escuta quando o gol acontece. 

Pois eu digo: não fazia, não! Nem ela, nem tu e nenhum dos milhares de entendidos e espectadores que vibram ou choram naquele momento. Se fizessem, estariam ali fazendo! 

Fazer gol não é para qualquer um! 

É muito mais do que sorte e é muito mais do que ser jogador profissional (que já é para poucos). Fazer gol é para os heróis do campo.

Cada arte tem o seus mestres maiores, seus gênios, seus referenciais e o futebol também o seus. Claro, existem alguns craques que não são mestres na arte de fazer gol, mas mesmo esses para serem gênios precisam fazê-los.

Não há craque de verdade que não empilhe alguns gols e de preferência em jogos decisivos. Sim, eu sei que goleiros e zagueiros também pode ser craques, mas não é a mesma coisa. Pelé, é Pelé! Mas é mais Pelé porque fez 1283 gols! 

Bons jogadores, craques e gênios da bola. Entre esses existem aqueles que marcam gerações, que marcam seus nomes na história do esporte exatamente por serem os reis da grande área. Marcam seu nome por serem aqueles que levam a torcida aos estádios, por serem a garantia da festa e que justificam as loucuras dos torcedores. Esses não são apenas centroavantes, não são apenas um camisa 9:  São predestinados! 

Cada clube ou seleção teve ao menos um dessa espécie, aquele que todas as crianças sonham em ser e que é lembrado em todas as conversas de bar: O goleador nato! 

Sim, GOLEADOR! Assim com “CAPS”. 

Alguns clubes, como o GRÊMIO, possuem a sorte de ter na sua história mais de um desses. Quem nas fileiras da nossa torcida não exalta Baltazar, Alcindo, Tita, Luan, Renato. Jogadores que apesar de nem sempre usarem a 9, jogavam com se usassem… O número é apenas um detalhe. Até porque quem entre nós não sabe que o nosso maior 9 usava a 16?

MBG Analisa – Quem escreve certo por linhas tortas?

Saudações tricolores.

No MBG Analisa de hoje vamos falar da derrota pro Sport ontem na Arena e também das #guriasgremistas no Brasileirão Feminino.


O Grêmio ontem jogou contra o Sport na Arena e deu tudo errado. Logo no início da partida o Sport abriu o placar e a gente já pode ver alguns dos sérios problemas que o time vem carregando desde o ano passado:  A BAGUNÇA DEFENSIVA.

Nas imagem abaixo, antes do Luciano JUBA, lateral do Sport, receber a bola, a defesa do Grêmio está completamente desalinhada, deixando quatro BURACOS que o Sport poderia explorar no campo de ataque.

Quando o Luciano Juba então recebe o passe e entrega a bola para Betinho, jogador do Sport que se movimenta e recebe exatamente em um dos espaços deixados pelo Grêmio.

A essa altura a linha defensiva estava torta, com o Everton CEBOLÃO saindo e não acompanhando o Patric e o Cortez sem tempo de reação para chegar no lateral adversário. Além disso, a linha de meias nao fazia pressão o suficiente na marcação, que permitiu que o jogador do Sport percebesse o movimento do lateral e fizesse o lançamento na medida para o gol.

A imagem abaixo mostra como a defesa estava mal organizada, com a linhas defensivas fora do lugar, permitindo espaço pro gol acontecer.

Pegamos essa mesma imagem e fizemos uma “montagem” do que talvez seria o melhor alinhamento para que a defesa não ficasse exposta. Confira abaixo.

Num posicionamento ideal, a linha dos quatro defensores estaria mais avançada, mais ou menos na posição onde o Orejuela sai para dar o combate. Assim, os dois jogadores do Sport que estao avançados, inclusive o Patrick, estariam impedidos, na melhor das hipóteses.

Nessa montagem que fizemos (imagem acima), com a defesa avançada, os meias também estariam pressionando mais o adversário e muito provavelmente o lançamento não teria saído e o gol dificilmente teria acontecido.


Ouçam e espalhem a palavra do MBG.

Uma série de 3

O futebol é um jogo, somente um jogo e nada além disso, qualquer outra designação ou entendimento é pura falta de referencial. Mas um jogo pode ter sua magia, seu encantamento, sua beleza.

Futebol não é jogo de azar, exige técnica dos praticantes, tanto que existe o futebol profissional, e esse arrasta e mobiliza multidões mundo a fora. O futebol, mesmo amador praticado por todos nós em algum momento da vida, produz lances e momentos marcantes, lembranças caras entre amigos e familiares. Todos jogamos bola na
rua, na praia, no pátio, no condomínio, no colégio… enfim, é um esporte simples e por ser simples é magnífico.

Basta uma bola e dois jogadores, está armado o clássico, posta a torcida, pronta a diversão e começa a ser escrita uma séria interminável de conversas e lorotas sobre dribles e jogadas que deixariam um Cristiano Ronaldo com inveja e retirariam a coroa de Pelé.

Existe algo de inacreditável e, por vezes, inexplicável no futebol: às vezes se ganha quando se perde e às vezes se perde quando se ganha! Acredito que, no esporte, só no futebol isso é possível. Mas existe um além, um instante no espaço tempo de uma partida que é sublime, que justifica todo acontecimento, seja ele profissional ou uma pelada na praça. O momento onde é possível sentir a mais pura força divina imaginável pela humanidade. Aquele pequeno lapso entre o 0 e 1 segundo em que o relógio para… o gol!

Não há futebol sem gol! Ele pode não acontecer, mas é tão almejado que um zero a zero é derrota moral do esporte, mesmo quando ele nos favorece. E sobre o gol há uma particularidade: todos podem fazê-lo, todos podem tenta-lo, até mesmo aquele que tem por dever impedir. Porém, existe alguém que nasceu para fazer o gol, nasceu para elevar as arquibancadas aos céus, para fazer temer os adversários. Aquele que justifica todas as táticas e treinos. É nele que a bola deve chegar, é para ele que time joga.

Não precisa ser craque, não precisa ser gênio, não precisa sujar o uniforme, “só” precisa fazer o gol, o resto que comemore. Dizem que ele nasce pronto, que é uma espécie de divindade do esporte. Podem dar a ele muitas camisetas e nomes, mas todos ao olharem para o campo sabem quem é centro-avante.


Anderson Kegler

MBG Drops #54

Feitoria!

Drops da semana com Fane Webber trazendo as notícias do título do Gauchão após a derrota para o Caxias, a vitória das gurias no Brasileirão A1 e mais comentários pertinentes.

No programa, Gabriel Pinto, Anderson Kegler e Bruno Dornelles deixam seus pitacos e expectativas para a sequência da temporada.

Ouçam e espalhem a palavra do MBG.